
É verdade! Depois da exibição especial de "Harry Potter e o Príncipe Misterioso" para a imprensa, as críticas oficiais ao filme não param de chover. Temos agora completamente traduzidas a quarta e quinta críticas.
Mas como nem tudo são rosas, temos de começar pela má notícia. A quarta crítica, a qual foi divulgada pelo The Shiznit, classificou o PM com três de seis estrelas (é uma nota média) e não apontou aspectos positivos ao filme.
Mas já a quinta crítica, divulgada pelo tablóide britânico The Sun, diz muito bem da sexta trama da série, chamando-lhe de "uma obra prima". Portanto, há de tudo um pouco, e é bom explorar todos os aspectos e opiniões do filme.
Podes conferi-las em "Notícia Completa".
Obrigado, Oclumência!
QUARTA CRÍTICA
"Primeiro, uma confissão: não consegui ler os livros de Harry Potter. Indo em frente: voltem e dêem-me um tiro. Eu vi os filmes e considerava-os como distracções, mas nunca me senti obrigado a comentar sobre, uma vez que eles são claramente feitos para os fãs [...]. No entanto, agora estamos no sexto filme que mergulhou na totalidade da indústria cinematográfica britânica, e talvez seja hora de dar a Harry Potter e o Príncipe Misterioso os seus méritos. Peço que não me venham caçar e matar-me se discordarem de mim, eu ainda estou a lutar contra os nerds fãs de Crepúsculo. [...]
É bastante óbvio que os livros de J.K. Rowling são cheios de detalhess e cheia de parcelas, subparcelas e sub-sub-parcelas, algumas das quais não podem ser encaixadas num filme. Subsequentemente, Príncipe Misterioso sofre os mesmos problemas dos outros filmes de Potter - há muita coisa a acontecer mas ainda se sente uma pouca insinceridade. Certamente, há muita coisa a ser curtida, mas isso requer uma solução a ser resolvida para se sobressair até ao fim.
A primeira hora é uma energética experiência para dizer ao menos. Depois de um sem graça ataque dos Devoradores da Morte na ponte Millennium (o jornal reporta um grande número de mortos, apesar do facto de que não há ninguém no local bem no momento), o filme passa como se estivesse a engatinhar lentamente, tentando arrancar um humor pelos monótonos desentendimentos românticos entre os alunos de Hogwarts. Harry ama Ginny, Ron ama Hermione, Dumbledore ama Harry (espero que eu não tenha sido o único a perceber uma assutadora vibe sacerdote-menino do coro.) [...]
Uma das coisas boas do filme é a aparição de um rapaz de 16 anos, chamado Tom Riddle, que é quem dá a Harry Potter e o Príncipe Misterioso uma verdadeira onda de suspense. [...]
Os Devoradores da Morte trazem uma verdadeira ameaça quando Helena Bonham Carter, como Bellatrix Lestrange, faz os seus movimentos áereos, além da tinta preta na água, que é realmente fascinante. Tu desejas que o filme inteiro fosse feito por cenas como essas; o director David Yates traz adequadamente a história de Rowling aos cinemas [...], mas pergunto o que Alfonso Cúaron - ou até mesmo alguém como Guillermo Del Toro - poderiam ter feito com o mesmo material trabalhado.
A crítica comenta sobre o desempenho dos actores. Sobre Daniel Radcliffe, ela diz que o actor parece mover-se de cena em cena sem nenhum verdadeiro sentido, e que o seu melhor momento no filme é quando diz que “Mas eu sou o eleito!”. Sobre Emma, apenas diz que tem muito pouco tempo em tela e que seria mais tolerável se não fosse por outros motivos. Entretanto, a crítica destaca que dentre o trio Rupert Grint salva-se no papel de Ron, que durante os alívios cómicos leva o personagem com extrema facilidade, sendo mais charmoso do que o esperado.
A crítica também dá destaque a Evanna Lynch, que embora eles digam que tem muito pouco tempo em tela, se entrega totalmente ao personagem.
Além disso, é dado destaque ao uso ‘exagerado da magia’, como na cena em que Ron acidentalmente é envenenado e basta Harry abrir a gaveta e colocar uns doces na sua boca e pronto. “Graças a Deus tu lembraste-te do Bezoar”, diz Dumbledore. Graças a Deus mesmo, e pronto, a crise acabou. (Nós sabemos que o facto de Harry usar o bezoar não indica que é a magia que é exagerada).
Diferente dos filmes quatro e cinco, este pelo menos parece preparar-nos para algo grandioso. A ausência de Voldemort é sensível, mas o clímax define o que certamente será um formidável último episódio. [...]"
QUINTA CRÍTICA
"No minímo, alguém foi suficientemente corajoso para quebrar o hábito com os livros de J.K. Rowling e fazer algo diferente. Um bom filme precisa de algumas surpresas e tu não consegues nenhuma repetindo a história já escrita nos livros. Simplesmente mágico… Harry Potter (Daniel Radcliffe). Não levem a crítica pelo lado mau. ‘O Sneak’ ama o trabalho de Rowling. O problema com os últimos filmes de Harry Potter, é que toda a reviravolta importante foi completamente corrida e atrapalhada.
Ocorreu nalgumas histórias – a pior prova disso foi o último filme, Ordem da Fénix. Graças, o director David Yates aprendeu com os seus erros e aqui ele traz-nos o mais confiante, bonito, individual e uma história cheia de coração no melhor Harry Potter até agora. Ele também aumentou o calor focando-se nas hormonas como feras, com os personagens principais mais interessados em misturar poções de amor do que passar nos exames. Ao contrário de ficar ‘escuro’, Daniel Radcliffe como Harry, Emma Watson (Hermione Granger) e Rupert Grint (Ron Weasley) tornam-se mais ‘engraçados’. Nalgumas horas como um momento ‘High School’.
Hogwarts torna-se num local cheio de beijos, Ron namora com a Lavender Brown, para cíumes de Hermione e Harry está com ciumes de Ginny Weasley que caiu no feitiço de Dean Thomas. Diálogos sobre diálogos reflectem todos os sentimentos dentro deles. Quando Hermione conta a Harry que uma rapariga apenas está interessada nele por que acha que ele é o ‘Eleito’ e ele responde ‘Mas eu sou!’. Esses três protagonistas construíram uma forte química durante os anos e estão no seu melhor, a brincarem um com o outro. Dos actores mais novos, Bonnie Wright, como Ginny e Hero Fiennes-Tiffin estão óptimos. Não te preocupes, Príncipe Misterioso não é um ‘High School Musical’.
As diversões românticas são bem trabalhadas junto com o mistério de Draco Malfoy e qual o segredo que o professor Horace Slughorn – interpretado por Jim Broadbent – está a guardar. Tirem os chapéus. Este filme não pode ser comparado ao livro. O mais importante, Príncipe Misterioso produz o que nenhum filme de Harry Potter conseguiu fazer em mim – chorar.
A morte de Sirius Black, na Ordem da Fénix foi completamente sem emoção. E a perda desse personagem amado [Dumbledore] neste é contada com coração e um grande poder. É realmente emocionante. Ao invés de nos dar várias cenas de acções com efeitos especiais. Yates foi com cuidado desenvolver os personagens, construindo um desenvolvimento dramático. E a melhor surpresa de todas – Príncipe Misterioso é uma obra prima! Não houve nenhum pisão de pé para mim pelo filme ser diferente do livro – apenas o som das batidas no final do filme, dos aplausos, feito por todos."
QUARTA CRÍTICA
"Primeiro, uma confissão: não consegui ler os livros de Harry Potter. Indo em frente: voltem e dêem-me um tiro. Eu vi os filmes e considerava-os como distracções, mas nunca me senti obrigado a comentar sobre, uma vez que eles são claramente feitos para os fãs [...]. No entanto, agora estamos no sexto filme que mergulhou na totalidade da indústria cinematográfica britânica, e talvez seja hora de dar a Harry Potter e o Príncipe Misterioso os seus méritos. Peço que não me venham caçar e matar-me se discordarem de mim, eu ainda estou a lutar contra os nerds fãs de Crepúsculo. [...]
É bastante óbvio que os livros de J.K. Rowling são cheios de detalhess e cheia de parcelas, subparcelas e sub-sub-parcelas, algumas das quais não podem ser encaixadas num filme. Subsequentemente, Príncipe Misterioso sofre os mesmos problemas dos outros filmes de Potter - há muita coisa a acontecer mas ainda se sente uma pouca insinceridade. Certamente, há muita coisa a ser curtida, mas isso requer uma solução a ser resolvida para se sobressair até ao fim.
A primeira hora é uma energética experiência para dizer ao menos. Depois de um sem graça ataque dos Devoradores da Morte na ponte Millennium (o jornal reporta um grande número de mortos, apesar do facto de que não há ninguém no local bem no momento), o filme passa como se estivesse a engatinhar lentamente, tentando arrancar um humor pelos monótonos desentendimentos românticos entre os alunos de Hogwarts. Harry ama Ginny, Ron ama Hermione, Dumbledore ama Harry (espero que eu não tenha sido o único a perceber uma assutadora vibe sacerdote-menino do coro.) [...]
Uma das coisas boas do filme é a aparição de um rapaz de 16 anos, chamado Tom Riddle, que é quem dá a Harry Potter e o Príncipe Misterioso uma verdadeira onda de suspense. [...]
Os Devoradores da Morte trazem uma verdadeira ameaça quando Helena Bonham Carter, como Bellatrix Lestrange, faz os seus movimentos áereos, além da tinta preta na água, que é realmente fascinante. Tu desejas que o filme inteiro fosse feito por cenas como essas; o director David Yates traz adequadamente a história de Rowling aos cinemas [...], mas pergunto o que Alfonso Cúaron - ou até mesmo alguém como Guillermo Del Toro - poderiam ter feito com o mesmo material trabalhado.
A crítica comenta sobre o desempenho dos actores. Sobre Daniel Radcliffe, ela diz que o actor parece mover-se de cena em cena sem nenhum verdadeiro sentido, e que o seu melhor momento no filme é quando diz que “Mas eu sou o eleito!”. Sobre Emma, apenas diz que tem muito pouco tempo em tela e que seria mais tolerável se não fosse por outros motivos. Entretanto, a crítica destaca que dentre o trio Rupert Grint salva-se no papel de Ron, que durante os alívios cómicos leva o personagem com extrema facilidade, sendo mais charmoso do que o esperado.
A crítica também dá destaque a Evanna Lynch, que embora eles digam que tem muito pouco tempo em tela, se entrega totalmente ao personagem.
Além disso, é dado destaque ao uso ‘exagerado da magia’, como na cena em que Ron acidentalmente é envenenado e basta Harry abrir a gaveta e colocar uns doces na sua boca e pronto. “Graças a Deus tu lembraste-te do Bezoar”, diz Dumbledore. Graças a Deus mesmo, e pronto, a crise acabou. (Nós sabemos que o facto de Harry usar o bezoar não indica que é a magia que é exagerada).
Diferente dos filmes quatro e cinco, este pelo menos parece preparar-nos para algo grandioso. A ausência de Voldemort é sensível, mas o clímax define o que certamente será um formidável último episódio. [...]"
QUINTA CRÍTICA
"No minímo, alguém foi suficientemente corajoso para quebrar o hábito com os livros de J.K. Rowling e fazer algo diferente. Um bom filme precisa de algumas surpresas e tu não consegues nenhuma repetindo a história já escrita nos livros. Simplesmente mágico… Harry Potter (Daniel Radcliffe). Não levem a crítica pelo lado mau. ‘O Sneak’ ama o trabalho de Rowling. O problema com os últimos filmes de Harry Potter, é que toda a reviravolta importante foi completamente corrida e atrapalhada.
Ocorreu nalgumas histórias – a pior prova disso foi o último filme, Ordem da Fénix. Graças, o director David Yates aprendeu com os seus erros e aqui ele traz-nos o mais confiante, bonito, individual e uma história cheia de coração no melhor Harry Potter até agora. Ele também aumentou o calor focando-se nas hormonas como feras, com os personagens principais mais interessados em misturar poções de amor do que passar nos exames. Ao contrário de ficar ‘escuro’, Daniel Radcliffe como Harry, Emma Watson (Hermione Granger) e Rupert Grint (Ron Weasley) tornam-se mais ‘engraçados’. Nalgumas horas como um momento ‘High School’.
Hogwarts torna-se num local cheio de beijos, Ron namora com a Lavender Brown, para cíumes de Hermione e Harry está com ciumes de Ginny Weasley que caiu no feitiço de Dean Thomas. Diálogos sobre diálogos reflectem todos os sentimentos dentro deles. Quando Hermione conta a Harry que uma rapariga apenas está interessada nele por que acha que ele é o ‘Eleito’ e ele responde ‘Mas eu sou!’. Esses três protagonistas construíram uma forte química durante os anos e estão no seu melhor, a brincarem um com o outro. Dos actores mais novos, Bonnie Wright, como Ginny e Hero Fiennes-Tiffin estão óptimos. Não te preocupes, Príncipe Misterioso não é um ‘High School Musical’.
As diversões românticas são bem trabalhadas junto com o mistério de Draco Malfoy e qual o segredo que o professor Horace Slughorn – interpretado por Jim Broadbent – está a guardar. Tirem os chapéus. Este filme não pode ser comparado ao livro. O mais importante, Príncipe Misterioso produz o que nenhum filme de Harry Potter conseguiu fazer em mim – chorar.
A morte de Sirius Black, na Ordem da Fénix foi completamente sem emoção. E a perda desse personagem amado [Dumbledore] neste é contada com coração e um grande poder. É realmente emocionante. Ao invés de nos dar várias cenas de acções com efeitos especiais. Yates foi com cuidado desenvolver os personagens, construindo um desenvolvimento dramático. E a melhor surpresa de todas – Príncipe Misterioso é uma obra prima! Não houve nenhum pisão de pé para mim pelo filme ser diferente do livro – apenas o som das batidas no final do filme, dos aplausos, feito por todos."
