
Saíram várias novas críticas a "Harry Potter e o Príncipe Misterioso", sexto filme que estreará daqui a 9 dias em Portugal! De facto, são ao todo 5 críticas, e todas parecem apontar aspectos bastante positivos ao filme.
O Omelete diz que, embora várias coisas tenham sido cortadas, o filme dá uma boa ideia de contiuação para o final da saga, isto é, é claro para os fãs que o capítulo final épico se está a aproximar.
Tanto o Estadão como a Variety apontaram vários aspectos importantes e positivos do filme, o que é bom. Já o Hollywood Reporter deu uma nota média ao filme, devido ao monótono ataque dos Devoradores da Morte no início do filme (a Londres e à Diagon All), que já tinha sido anteriormente criticado.
Por fim, Marcelo Torres, depois de assitir ao filme, comentou no seu Twitter brevemente sobre oq ue achou dele. Marcelo elogiou as actuações dos actores jovens e não-tão-jovens e ainda da fantástica cena da Caverna.
Todas estas críticas, na íntegra e totalmente traduzidas, podem ser conferidas em "Notícia Completa", novamente por grande gentileza da parte do Oclumência. Muito obrigado!
ACTUALIZADO: Mais três críticas brasileiras ao filme foram divulgadas.
Primeiro, de acordo com o UOL, o filme é "intermédio", pois é uma espécie de ligação para os dois próximos, toda a acção deste se concentra no final (que, terrivelmente, deixa muitas dúvidas aos espectadores) e que os personagens Rubeus Hagrid e Neville Longbottom foram deixados de parte, devido ao grande romance da trama.
Já o G1 fala principalmente sobre as hormonas do amor e diz que Harry está muito mudado, mais adulto e muito mais bem-humorado comparando com a "Ordem da Fénix". Por fim, o Judão diz que o filme é parado e monótono, só no final é que as coisas são aceleradas, o que é uma crítica meio-negativa.
Todas estas novas também se encontram em "Notícia Completa", traduzidas na íntegra.
Crítica da Variety
"Coisas de criança são passadas em “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”. De repente bem crescidos os estudantes de Hogwarts são forçados a encarar temas pesados como a morte, a memória e a perda neste sexto capítulo da série Harry Potter. Deslumbrantemente bem feito e, talvez bem menos fantasioso que os outros filmes, este é o que mais se aproxima de “vida ou morte” do que qualquer um dos outros, e como tal, é bastante eficaz. O filme que seria lançado no final de 2008 foi atrasado pela Warner Bros. devido à larga riqueza de potência adquirida pelo Cavaleiro das Trevas no último Verão; este “Príncipe” está preparado para seguir os seus antecessores como um dos filmes de maior rendimento do ano.
Depois de não adaptar Ordem da Fénix, Steve Kloves felizmente volta devido à sua habilidade em adaptar um livro gigante numa digerível forma dramática; entre muitas difíceis decisões sobre a narrativa, ele cortou todo o estardalhaço em torno do violento caos assassino e atrasou a introdução ao novo Ministro da Magia, Rufus Scrimgeour, para o próximo filme.
O director David Yates, após o material da série lançado no filme anterior, exibe notavelmente um aumento de confiança aqui, injectando mais uma consistência do mundo real do que começou há oito anos atrás como uma pura fantasia infantil (corujas mensageiras e elfos domésticos tagarelas foram substituídos por romances e seguranças da escola, em torno de grandes hormonas adolescentes). Os sets foram diminuídos para reduzir o aspecto de conto de fadas de Hogwarts e dar ênfase à grisalha e medieval figura, e ainda a obrigatoriedade de um jogo de Quidditch foi organizada com maior atenção a uma compreensão espacial como nunca.
Com a história a direccionar-se até à morte de um importante personagem no final da sexta parte, e a luta entre os arquiinimigos Harry e Voldemort no climático Harry Potter e os Talismãs da Morte, que está actualmente a ser filmado como um filme de 2 partes, esse aumento na seriedade é todo para o bem. É difícil imaginar assistir Harry Potter e o Príncipe Misterioso sem ter assistido a nenhum dos outros, ou seja, sem nenhuma pista do que aconteceu antes, mas mesmo assim é uma formidável entrada com um peso e textura cinematográfico comprometida apenas por uma certa falta de modulação dramática.
Com a vilã do último filme, Dolores Umbridge, fora da história, mas com a invisível ascensão de Lord Voldemort, nem Londres escapa de uma incrível cena de abertura com o ataque dos Devoradores da Morte, e nem Hogwarts pode ser considerada segura do exército de Voldemort. Enquanto Dumbledore leva Harry para recrutar o ex-colega Horace Slughorn para voltar como professor de Poções em Hogwarts, além de esperar conseguir dele revelações cruciais sobre Voldemort, Draco Malfoy prepara-se para cometer um crime hediondo destinado a preparar o caminho para o retorno de Voldemort.
Enquanto Harry pensa no seu status de “o Eleito”, ele não está inteiramente isento de luxúrias, ciúmes e intrigas que preocupam os seus amigos adolescentes como nunca. Enquanto Harry está a aumentar o seu afecto pela irmã de Ron, ele está lentamente a desenvolver-se, Ron é um alvo fácil para atenções da imprevisível Lavender Brown. Mas, como nós sabemos, a brilhante Hermione ama incondicionalmente o tão devagar Ron, e só lhe resta e a Harry chorar um no ombro do outro, enquanto Ron está a acompanhar a Luna Lovegood.
Mas a avaliação da disputa romântica não é quase tão divertida quanto as alterações físicas dos jovens actores, cujo amadurecimento foi todo documentado na tela durante 10 anos, quando tudo foi feito e dito. A maior mudança da “Fénix” foi registrada em Tom Felton, que interpreta Malfoy; ele agora está alto nos modos de Jimmy Stewart, com um rosto que chega a assemelhar-se ao de Jonathan Pryce, e ele parece uma torre ao lado de Daniel Radcliffe, que parece ser a pessoa mais baixinha do elenco (isso não é verdade quando consideramos Imelda Staunton).
Rupert Grint, como Ron, que sempre mostrou ser mais velho que os outros mostram que ainda continua a ser mais ‘personagem’ que os outros (isso significa que o actor é o que melhor intepreta no trio). Emma Watson, como a perene e atractiva Hermione, tornou-se uma jovem muito atraente, e Bonnie Wright como Ginny continua a caçar intrigas com o tipo inicial de Jane, que continua a crescer em ti.
Juntando aos veteranos como Michael Gambon, Alan Rickman, Maggie Smith, Robbie Coltrane e Warwick Davis na equipa de Hogwarts é Jim Broadbent, faz uma entrada magnífica disfarçada e, então, simplesmente se torna no velho professor excêntrico a quem Harry pressiona para conseguir pistas cruciais de Voldemort, a encarnação do estudante Tom Riddle é vista em duas cruciais cenas da memória."
Crítica do Estadão
"Depois de esperar por dois anos, os fãs de Harry Potter poderão ver de novo na tela tudo o que faz da série um sucesso mundial. Harry Potter e o Príncipe Misterioso chega aos cinemas no próximo dia 16 e terá a pré-estreia mundial nesta terça, em Londres.
Há pouconuma sessão exclusiva para a imprensa, o Estadão assistiu ao sexto filme da série e confirmou que, se os fãs esperam muitas cenas de acção, um clima de romance no ar e a morte de um personagem muito importante, é exactamente o que terão.
Quem leu o livro sabe. Quem não leu, e não sabe, vai ter de esperar pela estreia para descobrir quem ama quem e quem mata quem no final. Mas já é possível adiantar que o director David Yates, que também dirigiu o penúltimo longa da série, Harry Potter e a Ordem da Fénix, traz de volta Harry, Hermione e Ron num clima de High School e descobertas que a adolescência traz. Para contar nas telas a história escrita por J.K. Rowling, contou novamente com o argumentista Steve Kloves (que escreveu os primeiros quatro filmes da série e ficou de fora de A Ordem da Fénix).
Tal como o director já comentara, desta vez o filme é sobre ‘sexo, drogas e rock n roll’. Na verdade, tiram-se as drogas e colocam-se no lugar as poções mágicas. Uma metáfora óbvia, mas que funciona. Além de lidarem com as seus hormonas borbulhantes, os alunos de Hogwarts têm de aprender que para usar a poção mágica, por melhor que ela seja, têm uma hora certa. E haja poção do amor para dar conta da ciranda: Hermione ama Ron, que é amado por Lavender Brown. Harry ama Ginny, que namora o Dean Thomas. E Draco Malfoy não ama ninguém.
Enquanto isso, Dumbledore quer preparar Harry para a batalha final contra Voldermort. Para isso, quer que o rapaz se aproxime do novo professor (na verdade um veterano, que se afastou da escola e voltou a pedido do mestre Dumbledore) de Hogwarts: Horace Lughorn.
Encarregado de ensinar os jovens feiticeiros a prepararem suas poções mágicas, Slughorn (impecavelmente interpretado por Jim Broadbent) esconde um detalhe sombrio no seu passado como professor. Não é preciso dizer que o tal detalhe envolve o Senhor das Trevas.
Resta saber afinal quem é o enigmático Half-Blood Prince (no original, em inglês, o título mantém a referência ao Príncipe Meio-Sangue). E so eu poder nesta fase é muito maior que a do livro aparentemente inofensivo que Harry herda por acaso.
Harry Potter e o Príncipe Misterioso promete ser o sucesso do verão e já tem milhares de ingressos antecipadamente vendidos. A propósito, o filme também chegará a alguns cinemas em versão IMAX."
Crítica da Variety
"Coisas de criança são passadas em “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”. De repente bem crescidos os estudantes de Hogwarts são forçados a encarar temas pesados como a morte, a memória e a perda neste sexto capítulo da série Harry Potter. Deslumbrantemente bem feito e, talvez bem menos fantasioso que os outros filmes, este é o que mais se aproxima de “vida ou morte” do que qualquer um dos outros, e como tal, é bastante eficaz. O filme que seria lançado no final de 2008 foi atrasado pela Warner Bros. devido à larga riqueza de potência adquirida pelo Cavaleiro das Trevas no último Verão; este “Príncipe” está preparado para seguir os seus antecessores como um dos filmes de maior rendimento do ano.
Depois de não adaptar Ordem da Fénix, Steve Kloves felizmente volta devido à sua habilidade em adaptar um livro gigante numa digerível forma dramática; entre muitas difíceis decisões sobre a narrativa, ele cortou todo o estardalhaço em torno do violento caos assassino e atrasou a introdução ao novo Ministro da Magia, Rufus Scrimgeour, para o próximo filme.
O director David Yates, após o material da série lançado no filme anterior, exibe notavelmente um aumento de confiança aqui, injectando mais uma consistência do mundo real do que começou há oito anos atrás como uma pura fantasia infantil (corujas mensageiras e elfos domésticos tagarelas foram substituídos por romances e seguranças da escola, em torno de grandes hormonas adolescentes). Os sets foram diminuídos para reduzir o aspecto de conto de fadas de Hogwarts e dar ênfase à grisalha e medieval figura, e ainda a obrigatoriedade de um jogo de Quidditch foi organizada com maior atenção a uma compreensão espacial como nunca.
Com a história a direccionar-se até à morte de um importante personagem no final da sexta parte, e a luta entre os arquiinimigos Harry e Voldemort no climático Harry Potter e os Talismãs da Morte, que está actualmente a ser filmado como um filme de 2 partes, esse aumento na seriedade é todo para o bem. É difícil imaginar assistir Harry Potter e o Príncipe Misterioso sem ter assistido a nenhum dos outros, ou seja, sem nenhuma pista do que aconteceu antes, mas mesmo assim é uma formidável entrada com um peso e textura cinematográfico comprometida apenas por uma certa falta de modulação dramática.
Com a vilã do último filme, Dolores Umbridge, fora da história, mas com a invisível ascensão de Lord Voldemort, nem Londres escapa de uma incrível cena de abertura com o ataque dos Devoradores da Morte, e nem Hogwarts pode ser considerada segura do exército de Voldemort. Enquanto Dumbledore leva Harry para recrutar o ex-colega Horace Slughorn para voltar como professor de Poções em Hogwarts, além de esperar conseguir dele revelações cruciais sobre Voldemort, Draco Malfoy prepara-se para cometer um crime hediondo destinado a preparar o caminho para o retorno de Voldemort.
Enquanto Harry pensa no seu status de “o Eleito”, ele não está inteiramente isento de luxúrias, ciúmes e intrigas que preocupam os seus amigos adolescentes como nunca. Enquanto Harry está a aumentar o seu afecto pela irmã de Ron, ele está lentamente a desenvolver-se, Ron é um alvo fácil para atenções da imprevisível Lavender Brown. Mas, como nós sabemos, a brilhante Hermione ama incondicionalmente o tão devagar Ron, e só lhe resta e a Harry chorar um no ombro do outro, enquanto Ron está a acompanhar a Luna Lovegood.
Mas a avaliação da disputa romântica não é quase tão divertida quanto as alterações físicas dos jovens actores, cujo amadurecimento foi todo documentado na tela durante 10 anos, quando tudo foi feito e dito. A maior mudança da “Fénix” foi registrada em Tom Felton, que interpreta Malfoy; ele agora está alto nos modos de Jimmy Stewart, com um rosto que chega a assemelhar-se ao de Jonathan Pryce, e ele parece uma torre ao lado de Daniel Radcliffe, que parece ser a pessoa mais baixinha do elenco (isso não é verdade quando consideramos Imelda Staunton).
Rupert Grint, como Ron, que sempre mostrou ser mais velho que os outros mostram que ainda continua a ser mais ‘personagem’ que os outros (isso significa que o actor é o que melhor intepreta no trio). Emma Watson, como a perene e atractiva Hermione, tornou-se uma jovem muito atraente, e Bonnie Wright como Ginny continua a caçar intrigas com o tipo inicial de Jane, que continua a crescer em ti.
Juntando aos veteranos como Michael Gambon, Alan Rickman, Maggie Smith, Robbie Coltrane e Warwick Davis na equipa de Hogwarts é Jim Broadbent, faz uma entrada magnífica disfarçada e, então, simplesmente se torna no velho professor excêntrico a quem Harry pressiona para conseguir pistas cruciais de Voldemort, a encarnação do estudante Tom Riddle é vista em duas cruciais cenas da memória."
Crítica do Estadão
"Depois de esperar por dois anos, os fãs de Harry Potter poderão ver de novo na tela tudo o que faz da série um sucesso mundial. Harry Potter e o Príncipe Misterioso chega aos cinemas no próximo dia 16 e terá a pré-estreia mundial nesta terça, em Londres.
Há pouconuma sessão exclusiva para a imprensa, o Estadão assistiu ao sexto filme da série e confirmou que, se os fãs esperam muitas cenas de acção, um clima de romance no ar e a morte de um personagem muito importante, é exactamente o que terão.
Quem leu o livro sabe. Quem não leu, e não sabe, vai ter de esperar pela estreia para descobrir quem ama quem e quem mata quem no final. Mas já é possível adiantar que o director David Yates, que também dirigiu o penúltimo longa da série, Harry Potter e a Ordem da Fénix, traz de volta Harry, Hermione e Ron num clima de High School e descobertas que a adolescência traz. Para contar nas telas a história escrita por J.K. Rowling, contou novamente com o argumentista Steve Kloves (que escreveu os primeiros quatro filmes da série e ficou de fora de A Ordem da Fénix).
Tal como o director já comentara, desta vez o filme é sobre ‘sexo, drogas e rock n roll’. Na verdade, tiram-se as drogas e colocam-se no lugar as poções mágicas. Uma metáfora óbvia, mas que funciona. Além de lidarem com as seus hormonas borbulhantes, os alunos de Hogwarts têm de aprender que para usar a poção mágica, por melhor que ela seja, têm uma hora certa. E haja poção do amor para dar conta da ciranda: Hermione ama Ron, que é amado por Lavender Brown. Harry ama Ginny, que namora o Dean Thomas. E Draco Malfoy não ama ninguém.
Enquanto isso, Dumbledore quer preparar Harry para a batalha final contra Voldermort. Para isso, quer que o rapaz se aproxime do novo professor (na verdade um veterano, que se afastou da escola e voltou a pedido do mestre Dumbledore) de Hogwarts: Horace Lughorn.
Encarregado de ensinar os jovens feiticeiros a prepararem suas poções mágicas, Slughorn (impecavelmente interpretado por Jim Broadbent) esconde um detalhe sombrio no seu passado como professor. Não é preciso dizer que o tal detalhe envolve o Senhor das Trevas.
Resta saber afinal quem é o enigmático Half-Blood Prince (no original, em inglês, o título mantém a referência ao Príncipe Meio-Sangue). E so eu poder nesta fase é muito maior que a do livro aparentemente inofensivo que Harry herda por acaso.
Harry Potter e o Príncipe Misterioso promete ser o sucesso do verão e já tem milhares de ingressos antecipadamente vendidos. A propósito, o filme também chegará a alguns cinemas em versão IMAX."
Crítica da Omelete
"Antes que tu comeces a ler este texto, deves saber que já usei um contra-feitiço que previne a inveja. Sim, acabei de assistir ao Harry Potter e o Príncipe Misterioso (Harry Potter and the Half Blood Prince, 2009), o filme que foi adiado do ano passado para este, causando a ira dos fãs do mágico mais lucrativo da história dos livros e do cinema.
E a primeira coisa que preciso de dizer é que mais uma vez é incerto prever o que os fãs vão achar da adaptação. Muita coisa das mais de 600 páginas originais ficou de fora e personagens foram cortados ou diminuídos para caber nas 2h30 do filme.
Porém, o que sobra é uma história “concisa” (sim, entre aspas, pois ainda assim são 150 minutos de filme - 150 minutos bem rápidos, diga-se), que consegue passar para quem não leu os livros os caminhos que a saga está a tomar agora que está quase no seu fim.
Harry (Daniel Radcliffe), mais do que nunca, está a aceitar o seu papel de protagonista nessa história e tem ao seu lado Dumbledore (Michael Gambon) para guiá-lo e até mesmo tê-lo como principal aliado na luta do Director de Hogwarts contra o Senhor das Trevas e os seus Devoradores da Morte, que acabam de recrutar um poderoso aliado dentro de Hogwarts. Ou deveria dizer dois?
Uma das grandes novidades entre o corpo docente da escola é que Severus Snape (Alan Rickman) finalmente consegue o cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, sendo substituído nas aulas de Poção por Horace Slughorn, um antigo professor que é recrutado pessoalmente por Dumbledore e Harry Potter.
O dia-a-dia na escola também tem as suas novidades. E, sim, estou a falar do romance entre Harry e uma certa menininha que sempre foi apaixonada por ele, ou então entre aquele outro casal que tu já deves imaginar. Que as hormonas estão cada vez mais à flor da pele em Hogwarts, tu já sabias há que tempos. Mas agora, beijos e abraços são agora parte importante da trama, tanto quanto as aventuras de outros dias. Faz parte do amadurecimento dos personagens. Ah e Ron (Rupert Grint) finalmente entra paraa equipa de Quidditch de Gryffindor… e salva o dia!
E como falar mais da história neste ponto é ridículo para quem já leu os livros e pode trazer spoilers para os que estão a acompanhar apenas pelos filmes, vale confirmar o que está toda a gente a dizer: este é, sim, o filme mais sombrio da série até aqui. Gigantes nuvens negras fecham de vez o tempo de Londres e depois conseguem tapar o sol da Escola de Magia e Feitiçaria inglesa, onde algo jamais imaginado no início de toda a história vai acontecer.
Agora, tu queres mesmo saber se o filme é bom ou não? Só lendo a crítica, que vai ser publicada por aqui em breve. Afinal, o filme estreia no dia 16 de Julho. Mas sabes o que mais tu vais ver aqui? Entrevistas exclusivas com o elenco. Aguarda!"
Crítica do Marcelo
E a primeira coisa que preciso de dizer é que mais uma vez é incerto prever o que os fãs vão achar da adaptação. Muita coisa das mais de 600 páginas originais ficou de fora e personagens foram cortados ou diminuídos para caber nas 2h30 do filme.
Porém, o que sobra é uma história “concisa” (sim, entre aspas, pois ainda assim são 150 minutos de filme - 150 minutos bem rápidos, diga-se), que consegue passar para quem não leu os livros os caminhos que a saga está a tomar agora que está quase no seu fim.
Harry (Daniel Radcliffe), mais do que nunca, está a aceitar o seu papel de protagonista nessa história e tem ao seu lado Dumbledore (Michael Gambon) para guiá-lo e até mesmo tê-lo como principal aliado na luta do Director de Hogwarts contra o Senhor das Trevas e os seus Devoradores da Morte, que acabam de recrutar um poderoso aliado dentro de Hogwarts. Ou deveria dizer dois?
Uma das grandes novidades entre o corpo docente da escola é que Severus Snape (Alan Rickman) finalmente consegue o cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, sendo substituído nas aulas de Poção por Horace Slughorn, um antigo professor que é recrutado pessoalmente por Dumbledore e Harry Potter.
O dia-a-dia na escola também tem as suas novidades. E, sim, estou a falar do romance entre Harry e uma certa menininha que sempre foi apaixonada por ele, ou então entre aquele outro casal que tu já deves imaginar. Que as hormonas estão cada vez mais à flor da pele em Hogwarts, tu já sabias há que tempos. Mas agora, beijos e abraços são agora parte importante da trama, tanto quanto as aventuras de outros dias. Faz parte do amadurecimento dos personagens. Ah e Ron (Rupert Grint) finalmente entra paraa equipa de Quidditch de Gryffindor… e salva o dia!
E como falar mais da história neste ponto é ridículo para quem já leu os livros e pode trazer spoilers para os que estão a acompanhar apenas pelos filmes, vale confirmar o que está toda a gente a dizer: este é, sim, o filme mais sombrio da série até aqui. Gigantes nuvens negras fecham de vez o tempo de Londres e depois conseguem tapar o sol da Escola de Magia e Feitiçaria inglesa, onde algo jamais imaginado no início de toda a história vai acontecer.
Agora, tu queres mesmo saber se o filme é bom ou não? Só lendo a crítica, que vai ser publicada por aqui em breve. Afinal, o filme estreia no dia 16 de Julho. Mas sabes o que mais tu vais ver aqui? Entrevistas exclusivas com o elenco. Aguarda!"
Crítica do Marcelo
"A criançada de Hogwwarts cresceu de vez. Eles tomam cerveja e ‘ficam’ à vontade.
Nalguns momentos parecia a série inglesa Holyoaks, cheia de dramas românticos.
Nesse aspecto o Rupert Grint sobressai-se. Tem momentos hilariantes e ele está a consolidar uma veia cómica.
É um filme mais leve que alguns outros da série, mas não decepciona quem espera algumas cenas mais sombrias!
Destaque para 2 actores: Jim Broadbent, o ‘Prof. Horace’, teve uma interpretação impecável, emocionante. Deu muito peso ao papel.
O rapazinho Hero Fiennes Tiffin, que fez o jovem Voldemort, também estava de arrepiar. Um belo começo de carreira.
(Sobre a cena da caverna) … foi muito bem-feita sim. É um momento importante da história. Muita água e muito fogo!
Nalguns momentos parecia a série inglesa Holyoaks, cheia de dramas românticos.
Nesse aspecto o Rupert Grint sobressai-se. Tem momentos hilariantes e ele está a consolidar uma veia cómica.
É um filme mais leve que alguns outros da série, mas não decepciona quem espera algumas cenas mais sombrias!
Destaque para 2 actores: Jim Broadbent, o ‘Prof. Horace’, teve uma interpretação impecável, emocionante. Deu muito peso ao papel.
O rapazinho Hero Fiennes Tiffin, que fez o jovem Voldemort, também estava de arrepiar. Um belo começo de carreira.
(Sobre a cena da caverna) … foi muito bem-feita sim. É um momento importante da história. Muita água e muito fogo!
A minha cena favorita foi: a cena em que o Dumblodore dá um "chega para lá" nos Devoradores da morte. A pior? Hum… não achei nenhuma má, de facto."
Crítica do G1
Se na última vez em que vimos Harry Potter (na “Ordem da Fénix”) o herói estava irritado e respondão, ele não poderia estar mais diferente agora, no novo filme da série: “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”. Aos 16 anos, Harry parece estar mais à vontade com a própria adolescência. E, enquanto tenta descobrir como vencer as forças do mal lideradas por Lord Voldemort, ele tem outra preocupação mais de acordo com a sua idade: miúdas (bem, na verdade, uma rapariga em especial). O G1 já assistiu ao filme que estreia a 16 de julho e agora traz um gostinho para os fãs da série.
No “Príncipe”, o sexto filme da franquia, Harry (Daniel Radcliffe) e os seus amigos Ron (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) estão no seu penúltimo ano na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. E, embora já sejam heróis acostumados a enfrentar o perigo, eles descobrem-se um tanto ou quanto despreparados para encarar as reviravoltas das suas recém-descobertas vidas amorosas.
No último filme, também dirigido por David Yates, a história concentrava-se praticamente em Harry e na sua luta contra Voldemort. Agora, a acção dá uma longa pausa para voltar a mostrar a vida em Hogwarts. Até o desporto favorito de Harry, o Quidditch, que nem sequer apareceu na “Ordem da Fénix”, recupera o seu espaço.
Nos corredores de Hogwarts há muita balbúrdia e triângulos amorosos. A irmã de Ron, Ginny (Bonnie Wright), que passou os últimos cinco anos apaixonada por Harry à distância, arruma a fila para andar e arranja um namorado. Agora é a vez de Potter sofrer por ela. Ron, que no passado sofria para conseguir a atenção de uma rapariga, agora é disputado por duas. E Hermione até saca de um pretendente ao descobrir que o rapaz de quem ela realmente gosta está noutra "página".
Harry, que aparecia agressivo e revoltado no último filme, agora está muito mais de bem com a vida, e são dele alguns dos momentos mais engraçados do filme – diferentemente das aventuras anteriores, em que Ron praticamente concentrava o alívio cómico. Não são poucas as piadinhas que o protagonista solta durante o filme, e os fãs terão a oportunidade de ver um Harry mais “humano”, “colando” na aula de Poções e matando tempo nos corredores durante aulas vagas.
O “eleito” está mais convencido e confiante do seu papel na salvação do mundo dos feiticeiros, e isso fica claro nas suas atitudes – mais serenas e bem pensadas (a não ser, é claro, quando ele tem a oportunidade de ficar cara a cara com a assassina do seu padrinho Sirius Black). Logo no começo do filme, quando Dumbledore, o director de Hogwarts, pergunta se Harry está a questionar-se sobre para onde está a ser levado, o jovem responde na hora, conformado: “Depois de tantos anos, senhor, eu simplesmente sigo sem questionar”.
Os fãs de carteirinha dos livros de J.K. Rowling, no entanto, precisam de ir preparados. Embora a história no fim de contas seja a mesma, o filme tem muitas alterações em relação ao texto original. Diversas cenas são alteradas, algumas são acrescentadas, e outras que muitos considerarão importantes simplesmente desaparecem. A história do “Príncipe Meio-Sangue”, por exemplo, que dá nome ao livro e ao filme, praticamente desaparece e torna-se quase numa nota de rodapé.
A acção e a tensão ficam em segundo plano no “Príncipe Misterioso”, mas os fãs podem ficar tranquilos. Ela vai voltar em 2010, com a primeira parte da sua última aventura, “Harry Potter e os Talismãs da Morte”. Sim, o último filme da série foi dividido em dois, e a segunda parte está prevista para estrear apenas em 2011. A justificativa dos produtores é que a história é muito comprida para ser contada em apenas um filme – o que faz sentido, uma vez que, mesmo com todos os cortes, “Harry Potter e o Príncipe Misterioso” chega às telas do cinema com duas horas e meia de duração.
Crítica do Judão
O tão esperado, e adiado, sexto filme de Harry Potter foi exibido hoje para a imprensa em São Paulo (e pelo que eu soube, no mundo inteiro também) e a opinião foi unânime (ao menos entre os que estavam perto de mim): o filme é xôxo.
Muita gente não vai concordar, afinal gostos são gostos, além disso há fãs dispostos a gostar de tudo o que leve a marca Harry Potter. Bom, eu sou uma das maiores fãs do feiticeiro com raio na testa que eu conheço, e, por incrível que pareça, com ressalvas a todos, gostei dos cinco filmes anteriores.
Eu adorei todos os trailers e pósteres que foram saindo de Harry Potter e o Príncipe Misterioso e estava empolgada, ainda mais depois de assistir a Harry Potter e a Ordem da Fénix, uma vez que eles conseguiram transformar um livro chato, lento, sombrio num excelente filme, dinâmico e extremamente bem adaptado. Porém, a minha decepção foi total, não só pelo número surreal de adaptações desnecessárias que foram feitas, mas, principalmente, porque é um filme parado. Parado! Sem acção nenhuma. É longo e não acontece nada vezes nada. Aí, na última hora, acho que eles se dão conta dessa falha e começam a correr para explicar certas coisas. Correm, correm, correm e, de repente, acaba. Assim, puf, sem mais, nem menos. E tu ficas com a maior cara de “ozinho underline ozão” (™ Morph).
Bom, depois vocês vão ver uma crítica mais detalhada, além de uma nota onde mostro as principais diferenças entre o filme e o livro. Mas por enquanto é isso, viemos mostrar que estamos com cara de que vimos e não gostamos.
Crítica do G1
Se na última vez em que vimos Harry Potter (na “Ordem da Fénix”) o herói estava irritado e respondão, ele não poderia estar mais diferente agora, no novo filme da série: “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”. Aos 16 anos, Harry parece estar mais à vontade com a própria adolescência. E, enquanto tenta descobrir como vencer as forças do mal lideradas por Lord Voldemort, ele tem outra preocupação mais de acordo com a sua idade: miúdas (bem, na verdade, uma rapariga em especial). O G1 já assistiu ao filme que estreia a 16 de julho e agora traz um gostinho para os fãs da série.
No “Príncipe”, o sexto filme da franquia, Harry (Daniel Radcliffe) e os seus amigos Ron (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) estão no seu penúltimo ano na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. E, embora já sejam heróis acostumados a enfrentar o perigo, eles descobrem-se um tanto ou quanto despreparados para encarar as reviravoltas das suas recém-descobertas vidas amorosas.
No último filme, também dirigido por David Yates, a história concentrava-se praticamente em Harry e na sua luta contra Voldemort. Agora, a acção dá uma longa pausa para voltar a mostrar a vida em Hogwarts. Até o desporto favorito de Harry, o Quidditch, que nem sequer apareceu na “Ordem da Fénix”, recupera o seu espaço.
Nos corredores de Hogwarts há muita balbúrdia e triângulos amorosos. A irmã de Ron, Ginny (Bonnie Wright), que passou os últimos cinco anos apaixonada por Harry à distância, arruma a fila para andar e arranja um namorado. Agora é a vez de Potter sofrer por ela. Ron, que no passado sofria para conseguir a atenção de uma rapariga, agora é disputado por duas. E Hermione até saca de um pretendente ao descobrir que o rapaz de quem ela realmente gosta está noutra "página".
Harry, que aparecia agressivo e revoltado no último filme, agora está muito mais de bem com a vida, e são dele alguns dos momentos mais engraçados do filme – diferentemente das aventuras anteriores, em que Ron praticamente concentrava o alívio cómico. Não são poucas as piadinhas que o protagonista solta durante o filme, e os fãs terão a oportunidade de ver um Harry mais “humano”, “colando” na aula de Poções e matando tempo nos corredores durante aulas vagas.
O “eleito” está mais convencido e confiante do seu papel na salvação do mundo dos feiticeiros, e isso fica claro nas suas atitudes – mais serenas e bem pensadas (a não ser, é claro, quando ele tem a oportunidade de ficar cara a cara com a assassina do seu padrinho Sirius Black). Logo no começo do filme, quando Dumbledore, o director de Hogwarts, pergunta se Harry está a questionar-se sobre para onde está a ser levado, o jovem responde na hora, conformado: “Depois de tantos anos, senhor, eu simplesmente sigo sem questionar”.
Os fãs de carteirinha dos livros de J.K. Rowling, no entanto, precisam de ir preparados. Embora a história no fim de contas seja a mesma, o filme tem muitas alterações em relação ao texto original. Diversas cenas são alteradas, algumas são acrescentadas, e outras que muitos considerarão importantes simplesmente desaparecem. A história do “Príncipe Meio-Sangue”, por exemplo, que dá nome ao livro e ao filme, praticamente desaparece e torna-se quase numa nota de rodapé.
A acção e a tensão ficam em segundo plano no “Príncipe Misterioso”, mas os fãs podem ficar tranquilos. Ela vai voltar em 2010, com a primeira parte da sua última aventura, “Harry Potter e os Talismãs da Morte”. Sim, o último filme da série foi dividido em dois, e a segunda parte está prevista para estrear apenas em 2011. A justificativa dos produtores é que a história é muito comprida para ser contada em apenas um filme – o que faz sentido, uma vez que, mesmo com todos os cortes, “Harry Potter e o Príncipe Misterioso” chega às telas do cinema com duas horas e meia de duração.
Crítica do Judão
O tão esperado, e adiado, sexto filme de Harry Potter foi exibido hoje para a imprensa em São Paulo (e pelo que eu soube, no mundo inteiro também) e a opinião foi unânime (ao menos entre os que estavam perto de mim): o filme é xôxo.
Muita gente não vai concordar, afinal gostos são gostos, além disso há fãs dispostos a gostar de tudo o que leve a marca Harry Potter. Bom, eu sou uma das maiores fãs do feiticeiro com raio na testa que eu conheço, e, por incrível que pareça, com ressalvas a todos, gostei dos cinco filmes anteriores.
Eu adorei todos os trailers e pósteres que foram saindo de Harry Potter e o Príncipe Misterioso e estava empolgada, ainda mais depois de assistir a Harry Potter e a Ordem da Fénix, uma vez que eles conseguiram transformar um livro chato, lento, sombrio num excelente filme, dinâmico e extremamente bem adaptado. Porém, a minha decepção foi total, não só pelo número surreal de adaptações desnecessárias que foram feitas, mas, principalmente, porque é um filme parado. Parado! Sem acção nenhuma. É longo e não acontece nada vezes nada. Aí, na última hora, acho que eles se dão conta dessa falha e começam a correr para explicar certas coisas. Correm, correm, correm e, de repente, acaba. Assim, puf, sem mais, nem menos. E tu ficas com a maior cara de “ozinho underline ozão” (™ Morph).
Bom, depois vocês vão ver uma crítica mais detalhada, além de uma nota onde mostro as principais diferenças entre o filme e o livro. Mas por enquanto é isso, viemos mostrar que estamos com cara de que vimos e não gostamos.
Crítica do UOL
Nesta terça (7), a Warner promoveu a primeira sessão para a imprensa brasileira de “Harry Potter e o Príncipe Misterioso”, em São Paulo. O filme, sexto da série inspirado nos livros da escritora inglesa J.K. Rowling, tem estreia oficial marcada para quarta (15). Mas as pré-estreias começam na segunda (13).
Segundo José Carlos de Oliveira, director geral da distribuidora, o filme será lançado oficialmente com mais de 700 cópias - o número exacto só é definido dias antes da estreia por conta das negociações com os exibidores. Haverá uma única cópia Imax 3D em circulação. A maior parte delas será dubrada, o que significa uma mudança de hábito das majors e uma indicação de que estão em busca de aumentar o alcance dos seus produtos.
A título de curiosidade, o recorde de lançamento por cópias é de “Harry Potter e a Ordem da Fénix”, que entrou em cartaz com 725 cópias. “Idade do Gelo 3″ foi lançado com 723 cópias, mas isso não inclui as cópias digitais em 3D, que foram 67. De qualquer maneira, “A Ordem da Fénix” bate a terceira “Idade do Gelo” porque tem mais equilíbrio entre cópias legendadas e dubradas.
Não será um recorde, já que a disputa pelo público que vai ao cinema nas férias de Julho começou cedo e com filmes muito grandes ainda em circulação. “Só ‘Idade do Gelo 3′ são mais de 600 cópias, há também ‘Transformers” com quinhentas e pouco”, disse Oliveira ao UOL Cinema, antes de a sessão começar. “A grande verdade é que precisamos de aumentar o circuito exibidor, que é muito pequeno.”
Dirigido por David Yates, o sexto Harry Potter é um filme intermediário, que prepara o terreno para os dois últimos episódios da série. Por essas e outras parece não ter agradado tanto quanto os anteriores. Algumas coisas chamam à atenção. A primeira delas é a ênfase no romance: os três protagonistas estão envolvidos nalguma questão afectiva. Personagens de apelo mais infantil, como Neville e Hagrid, foram colocados em segundo plano. A acção é concentrada no terceiro acto e o fim em aberto deixa mais interrogações do que o normal.
Independente disso tudo, a única certeza é de que “Harry Potter e o Príncipe Misterioso” será um sucesso de público.
