
Hoje o News York Times conseguiu obter uma cópia de Deathly Hallows e escreveu uma critica do livro.
Nota: A critica contém muitos Spoilers. Mais uma vez, se quiseres ler, lê, mas se és contra os Spoilers não leias de todo!
Para leres a critica já traduzida para Português pelo PotterNews arrasta o rato pelo texto que não está visivél. Guia-te pelas setas.
--> Harry já perdeu os seus pais, o seu padrinho e o seu Professor Dumbledore (todos os tutores que de que alguma vez poderia ter recebido instrucção), e neste volume as perdas amontoam-se a uma enorme velocidade: pelo menos meia-dúzia de personagens que viemos a conhecer nestes livros morrem nestas páginas, e muitas outras são perseguidas e torturadas. Voldemort e os seus seguidores infiltraram-se em Hogwarts e no Ministério da Magia, criando o Terror tanto no mundo da Feitiçaria como no Muggle, e membros de várias populações - incluindo Elfos, Goblins e Centauros - estão a escolher o lado onde vão ficar.
A ligação psiquica estranha entre Harry e Voldemort (simbolizada como a cicatriz em trovão na sua testa, como resultado do ataque do Senhor das Trevas nele quando ele era um bebé) também parece ter-se tornado mais forte, dando-lhe pistas das acções e paradeiros de Voldemort, mesmo quando o atrai ainda mais perto do Lado Negro. Um dos pontos de mudança do plano tem a ver com a decisão de Harry em ou continuar a sua procura dos Horcruxes - a missão que lhe foi atribuida por Dumbledore - ou em vez disso, perseguir três objectos mágicos conhecidos como Hallows, que se diz fazerem do seu possessor o mestre da Morte. <--
